VOCÊ NEM IMAGINA COMO A HARLEY E A NESPRESSO GANHAM DINHEIRO

VOCÊ NEM IMAGINA COMO A HARLEY E A NESPRESSO GANHAM DINHEIRO

Qualquer negócio precisa de dinheiro para sobreviver e perseverar ao longo dos anos. Isso não é novidade. O grande lance, no entanto, é que a forma que os negócios faturam pode ser incrivelmente criatividade e, muitas vezes, inusitada.

Nesse vídeo, eu trago dois casos interessantíssimos de como duas grandes empresas estão ganhando dinheiro de uma forma bastante peculiar e, para muitos, surpreendente.

Você acreditaria se eu lhe dissesse que a Harley-Davidson, a conhecida marca de motocicletas lindíssimas, não ganha dinheiro apenas vendendo seus motões, e que a Nespresso, que destravou o mercado de luxo dos cafés, não ganha dinheiro apenas com a venda de máquinas e cápsulas de café?

Algum palpite de como, então, elas abastecem seus caixas?

Pois bem. Essas duas companhias servem como fonte de inspiração para você que quer aumentar seu faturamento e, de quebra, garantir recorrência e maior fidelidade aos clientes.

Pasme. Harley e Nespresso ganham dinheiro com…Clube de Assinaturas!!!

É isso que eu conto nesse vídeo.

Depois me conta o que você achou.

Bom vídeo!

Links Úteis:

HOG da Harley-Davidson: https://www.harley-davidson.com/br/pt/owners/hog.html

Assinatura by Nespresso: https://www.nespresso.com/br/pt/assinaturas

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Sabe a diferença entre o Canvas do Modelo de Negócio e a Validation Rocket?

Sabe a diferença entre o Canvas do Modelo de Negócio e a Validation Rocket?

Eu sou o Dan Lopes, e sou criador da VR, uma metodologia de empreendedorismo e inovação que lhe permite colocar um produto, serviço ou negócio no mercado em tempo recorde, sem riscos, sem sofrimento, e, acima de tudo, sem desperdiçar dinheiro.

Então esse artigo é para abordar a VR? Sim, sim, mas a partir de uma perspectiva comparativa…

Deixe-me explicar melhor.

Desde que coloquei a Metodologia VR no mercado, em 2014, a comparação com o Business Model Canvas (Canvas do Modelo de Negócios) tem sido inevitável. As pessoas frequentemente me perguntam qual é a diferença entre elas, e algumas ainda se arriscam a dizer que são a mesma coisa.

Tudo bem. Não me incomodo com as perguntas, nem com as comparações. Ainda assim, decidi escrever esse artigo para esclarecer aquilo que acredito que sejam as grandes diferenças entre as duas propostas.

Então, vamos lá.

Permita-me começar pelo Canvas.

Canvas do Modelo de Negócios (Canvas)

Quando o assunto é criação de modelos de negócios ditos inovadores, certamente o Canvas do Modelo de Negócios (Canvas) é umas das ferramentas mais conhecidas e utilizadas nos quatro cantos do mundo.

A ferramenta cocriada por Alex Osterwalder, fruto de um trabalho acadêmico, é incrivelmente simples e efetiva para o design de modelos de negócio, e traz consigo um apelo visual interessantíssimo, que facilita, e muito, entender como as componentes de um negócio se encaixam uns aos outros.

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Introduzido em 2010 com o lançamento do livro Business Model Generation, o Canvas é dividido em 9 (nove) blocos estruturantes, que, quando combinados, respondem a quatro perguntas indispensáveis sobre a nova proposta de modelo de negócio: O que? Para quem? Como? Quanto?

Não foi por acaso que o Canvas caiu no gosto de empreendedores e inovadores corporativos. O preenchimento é relativamente rápido e, o processo em si, quando realizado em grupo, estimula a reflexão e é excelente fonte de insights.

Ao final do exercício, a ideia estará mais organizada e, o modelo de negócio, mais estruturado. Outro benefício de utilizar o Canvas está relacionado com a preparação do discurso. Distribuir as ideias pelos 9 blocos da ferramenta também ajuda na escolha dos argumentos para engajar parceiros, sócios, clientes e investidores, ou até mesmo para convencer a liderança ou diretoria a liberar recursos…

Quando as coisas começam a mudar de figura

Agora imagine a seguinte situação hipotética ideal.

Você elaborou seu modelo de negócio usando o Canvas, preparou uma bela apresentação baseado nele e, então, captou recursos para executar seu projeto. No dia seguinte, com a adrenalina mais baixa, é hora de colocar pra quebrar e executar o plano, atividade por atividade…mas espera…que plano? Quais atividades são essas? Só nesse momento você se dá conta que não há plano de execução algum, e que tem em mãos apenas a estrutura macro do projeto.

De fato, essa não é a proposta do Canvas, e isso é deixado claro desde o começo (as pessoas é que acabam se esquecendo desse pequeno detalhe). Portanto, cabe ao usuário encontrar, por conta própria, a melhor maneira de tirar do papel, isto é, transformar os post-its em um plano de ação conexo e exequível. O que, cá entre nós, é, de longe, um processo muito mais complexo. E, o pior de tudo. Não há um instrumento por aí para nos ajudar nessa tarefa que seja tão simples quanto o Canvas do Modelo de Negócio.

Imagine outra situação, também hipotética, só que bem mais provável (realista) do que a anterior.

Você elaborou seu modelo de negócio usando o Canvas, preparou uma bela apresentação baseado nele e, confiante, foi apresentar para uma banca de avaliadores, digamos, de carne e osso. Eles disferem diversas perguntas. É garantido que nada vai dar errado? Não há pontos de atenção que merecem mais cuidado? Você tem certeza de tudo isso? Você mapeou os riscos? Planejou como mitigá-los? Quais são os próximos passos considerando que nós iremos lhe dar o dinheiro? Como você vai tirar isso do papel? Cadê o plano de implementação? E por aí vai…

Deu uma bela complicada, não é mesmo? Dá até para sentir o frio na barriga ou ouvir o sonzinho do grilo lá no final da sala, certo?

A realidade é que por mais que você improvise e faça malabarismo com as palavras, dificilmente você conseguiria os recursos. Muito pelo contrário. É mais provável que saia deixando a imagem de não estar preparado nem para tocar a própria ideia nem para gerir o dinheiro de um possível investimento.

Só lhe restaria, então, agradecer, colocar o computador de baixo do braço delicadamente, correr para casa, olhar para o Canvas grudado na parede e começar a quebrar a cabeça tentando responder cada uma daquelas (e tantas outras) perguntas. Tentar…

Por que “tentar”?

Porque não é a função do Canvas auxiliar o usuário no mapeamento de riscos, incertezas e hipóteses, tampouco a ferramenta tem a missão de lhe ajudar no planejamento da execução, atividade após atividade.

Nessa situação, novamente, cabe ao usuário buscar, por conta própria, outras maneiras para conseguir avançar com o projeto. Na maioria das vezes ele se depara com tanta complexidade lá fora que opta por abandonar o projeto ou tentar executá-lo sem estruturação prévia. Em qualquer das alternativas o resultado acaba sendo um só no final do dia: frustração!

Bom, mas e aí?

Suponho que, por estar lendo esse artigo você é uma pessoa de mente aberta, que quer chegar mais longe do que a grande maioria, e não quer fazer parte da média medíocre, certo? Então, é bem provável que tenha lhe surgido a pergunta de um milhão de dólares: “Tá. O Canvas é excelente, mas é restrito a uma parte bem pequena do projeto. Como, então, transformar a minha ideia em numa solução ou num negócio de sucesso?”.

Conheça a VR, uma metodologia que daqui a pouquinho estará nas prateleiras das melhores livrarias do país (pelo selo Alta Books).

Metodologia VR

A VR, que até 2018 chegou a 5.000 pessoas e 55 empresas, é uma metodologia no formato de passo a passo que cobre a jornada completa de criação e lançamento de soluções e negócios inovadores, desde a concepção (ideação e modelagem), validação e desenvolvimento (prototipagem e experimentação), até a chegada definitiva no mercado.

Na prática, isso significa que a VR não é somente uma ferramenta com fim em si mesma, muito menos enclausura seus usuários com restrições ou limitações. A metodologia, na verdade, é um guia incrivelmente simples e intuitivo, que divide a jornada empreendedora toda em apenas nove estágios, conectados entre si na forma de um ciclo (o Ciclo VR, apresentado na imagem a seguir).

CiCLO VR E OS NOVE ESTÁGIOS DE LANÇAMENTO

E não para por aí.

Além do Ciclo VR (passo a passo macro), a VR desce ao nível micro, da execução, e

instrumentaliza os usuários com os modelos preenchíveis necessários para efetivamente dar vida ao empreendimento. Ou seja, quem utiliza a metodologia não fica desamparado na hora de materializar o projeto. De fato, quem utiliza a VR não fica desamparado em momento algum, especialmente durante os primeiros passos.

Esses modelos são as Ferramentas de Lançamento, que recebem o nome de Foguete e Propulsor (e podem ser baixadas gratuitamente clicando aqui).

Foguete e Propulsor

Como a mágica acontece: lançamento de foguete atrás de foguete

Sua missão em todo e qualquer Ciclo VR será colocar à prova (ou validar) uma parte do seu projeto, desde o primeiro ciclo, não importa se é um projeto de startup ou de inovação corporativa, e não importa se está apenas no campo das ideias ou já está bem maduro.

Esse processo contínuo de validação – chamado de lançamento (de foguetes, é claro) – é o instrumento-chave que abastecerá o projeto com dados e informações reais, ciclo a após, criando condições para ajustes e refinamento ao longo do caminho até que se atinja um nível de confiança minimamente aceitável para realizar o lançamento definitivo da solução/negócio.

Todo o conhecimento, aprendizado e experiência acumulados após n lançamentos encaminharão o projeto para uma solução cobiçada pela clientela. Por essa razão, quanto mais foguetes forem lançados, melhor.

E, por isso digo que, os indivíduos, times e empresas que aprendem os mecanismos da VR se tornam Lançadores de Foguetes (LFs), ou seja, verdadeiras máquinas de validação e inovação (as vendas são apenas consequência).

Poderoso mecanismo de redução de risco

O Ciclo VR habilita indivíduos e times a mapearem suposições e inferências em projetos e iniciativas inovadoras, a priorizarem aquelas que são mais críticas, duvidosas ou arriscadas, para, então, atacá-las (ou validá-las), uma-a-uma, ciclo após ciclo. A VR é, portanto, um poderoso dispositivo que entrega redução de riscos e eliminação de desperdícios, ao mesmo tempo em que maximiza o potencial de sucesso dos projetos de empreendedorismo e inovação.

Simplicidade com muita, muita efetividade

Apesar do nome, a VR não tem nada de Ciência de Foguete. Ela é fácil de ser aprendida e você não precisa ter bagagem técnica ou qualquer conhecimento prévio de negócios ou ferramentas de empreendedorismo, vendas e inovação, para aplicá-la agora mesmo às suas ideias, projetos ou mesmo negócios já estabelecidos. Eu construí essa ferramenta para que qualquer indivíduo ou time pudesse digeri-la rapidamente e em questão de instantes já conseguisse colocar a mão na massa.

Dispensando a colcha de retalhos

É importantíssimo saber que a VR é uma metodologia completa que vai de ponta a ponta da jornada de validação de soluções e negócios inovadores, e isso significa que você não precisará utilizar outros frameworks ou ferramentas auxiliares para chegar lá, nem mesmo aqueles já tão conhecidos e utilizados, como o Business Model CanvasValue Proposition DesignDesign ThinkingStartup Enxuta ou Customer Development.

Tira-teima prático:

Nada melhor do que a prática, a vivência, a experimentação, para tirar qualquer pingo de dúvida que eventualmente tenha ficado para trás. Por isso, deixe-me fazer uma sugestão, que será incrivelmente melhor aproveitada se você tiver uma ideia ou um projeto real que queira desenvolver.

Aplique o Canvas do Modelo de Negócios à ideia ou ao projeto (você pode ter acesso à ferramenta aqui). Quando concluir o exercício no Canvas, aplique a VR à mesma ideia ou ao mesmo projeto (baixe os materiais aqui). E quando digo aplicar não é só fazer o Foguete. Vá, pelo menos, até o final do Estágio 5 – Planejar, do Ciclo VR.

Ficarei honrado se você fizer esses dois exercícios, e ainda mais feliz se puder compartilhar seu ponto de vista e percepções. O que acha? Podemos combinar desse jeito?

Estarei monitorando de perto, caso precise da minha ajuda (no Guia do KIT VR eu disponibilizo meus principais canais de contato). Combinado?

Se interessou na VR? Baixe o KIT VR. É totalmente gratuito.

As Ferramentas de Lançamento em versão digital (tamanho real) e um Guia explicando detalhes do Ciclo VR e da aplicação do Foguete e Propulsor estão disponíveis, gratuitamente, no KIT VR.

Para baixá-lo, basta clicar aqui.

Fazendo o download hoje você ainda terá o direito a 4 mini vídeo-aulas gravadas, em que eu, Dan, lhe oriento a aplicar a VR ao seu projeto.

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Aquela mentalidade que faz toda diferença na hora de construir seu negócio

Aquela mentalidade que faz toda diferença na hora de construir seu negócio

Não existe uma maneira certa ou errada de começar um negócio, mas certamente tem uma que dá mais resultados do que qualquer outra: aproveitar ao máximo os recursos que você tem disponível.

Não adiante dar passos maior do que nossas pernas conseguem suportar. E não é porque começamos pequeno, bem pequeno, que não dê para construir negócios de sucesso.

Foi isso que os três fundadores do Airbnb fizeram no começo da startup. Com um Blog simples, construído no WordPress, eles foram capazes de criar uma empresa que vale mais de 35 bilhões de dólares.

Acompanhe a história e me diga o que achou depois.

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Seu negócio pode não estar decolando por esse pequeno detalhe

Seu negócio pode não estar decolando por esse pequeno detalhe

Nesse vídeo, eu trago o pedacinho da história da startup norte-americana AIRBNB, destacando um momento bem específico que representou um salto de faturamento de meros US$200/semana para mais de US$2 bi/ano e avaliação de mercado para lá de US$30 bi.

Tem um lição incrível na jornada da empresa, que, infelizmente, muita gente acaba esquecendo: VOCÊ ESTÁ FORA DO JOGO SE NÃO PRESTAR ATENÇÃO NOS CLIENTES.

Não importa o que os fundadores ou executivos por trás do projeto pensam ou deixam de pensar sobre a solução e seus “incríveis” benefícios. Se os clientes não perceberem valor, já era. Não há chances de sobreviver no mercado, inundado de competidores de tudo quanto é tipo.

Os três fundadores do Airbnb foram muito sagazes para sacar o que estava impedindo os potenciais hóspedes de fazerem reservas e, consequentemente, a própria empresa de ganhar dinheiro: as fotos as acomodações eram péssimas e estavam espantando-os! Fazer o que então? Como sair dessa enrascada?

Nada melhor do que arregaçar as mangas, ir a campo, sentir na pele as dores dos seus próprios clientes e, então, somente então, começar a tirar os coelhos da cartola, preferencialmente gastando o mínimo de dinheiro possível.

Acompanhe a história e me conta o que achou? Me diz também se você já fez algo do tipo ou se conhece alguma história parecida que possa virar tema de um vídeo no futuro…

Para quem quiser conhecer mais detalhes da jornada do Airbnb, é só entrar conferir esse outro vídeo do link a seguir, onde um dos três fundadores fala sobre isso de forma bem divertida.

Se quiser conhecer os impressionantes números do Airbnb, clique aqui.

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Dois cuidados na hora de empreender

Dois cuidados na hora de empreender

Salve salve galera, sejam bem-vindos a mais um vídeo! Dessa vez eu venho falar sobre dois cuidados básicos na hora de empreender. O primeiro cuidado é sobre a “síndrome do Pink e o Cérebro” e o segundo sobre contar com o ovo XX da galinha.

O Pink e o Cérebro era um desenho animado da Warner, em que a cada episódio dois ratinhos criavam diferentes maneiras para conquistar o mundo, mas acabava que nunca conseguiam. Essa história é perfeita para ilustrar um dos principais conselhos na hora de empreender.

E já para a história do ovo XX da galinha, eu voltei lá em 2007 quando o Shai Agassi fundou a Better Place.

Transcrição e links relevantes:

Salve, salve, sejam todos bem-vindos ao canal do Validation Rocket. Eu sou o Dan, e aqui nesse canal compartilho com você casos de sucesso, casos de fracasso, dicas, ideias e insights para que você possa tirar seu projeto do papel e botar esse negócio para funcionar de verdade, para decolar o seu projeto.

Esse é o propósito desse nosso canal aqui do Validation Rocket. Se isso tá conectado com o que você tá buscando, se você tá querendo ficar à frente dos demais, os seus concorrentes e etc, não se esquece de se inscrever aqui no canal, aqui embaixo e ative as notificações para você sempre estar atualizado com os conteúdos que eu mais pesquiso, que eu colocar aqui no canal. O vídeo de hoje é para falar sobre dois cuidados básicos que você tem que ter quando tá tentando tirar seu projeto do papel, ou quando você já tirou outros projetos do papel e esse projeto deram certo.

O primeiro cuidado é para você evitar a síndrome do Pink e o Cérebro. Porra Dan, mas o que que é a síndrome do Pink e o cérebro? Eu não conheço nem o Pink e o cérebro quanto mais a síndrome do Pink e o Cérebro! Calma… já vou contar pra você com detalhes o que isso significa na prática. E o segundo cuidado que ainda vou compartilhar com vocês nesse vídeo, é contar com o ovo no c* da galinha! E eu vou usar como pano de fundo a história de um cara chamado Shai Agassi e uma empresa que ele fundou lá em 2007 chamada Better Place, lá nos Estados Unidos. Então vamos lá, vou te contar o que significa a síndrome do Pink e o Cérebro.

Primeiro ponto: Pink e o Cérebro…Dan não faço a menor ideia do que significa Pink e o Cérebro. Pink e o Cérebro era um desenho animado da Warner, que chegou a passar aqui no Brasil lá na década de 90 e etc. Eram dois ratinhos e todo episódio esses dois ratinhos tentavam conquistar o mundo, e claro, nunca , nunca dava certo o que eles que eles tinham, os planos que eles bolavam ali. Só que todos os dias ele tentavam dominar o mundo…e é a isso, por isso que eu chamo isso de síndrome do Pink e Cérebro. A gente tá dominado, a gente vê casos como o Uber, AIBNB, o Facebook…caras que conquistaram o mundo em um curto período de tempo que as vezes a Microsoft e a Apple levaram anos, décadas às vezes para fazer, esses caras fizeram em questão de alguns pouquíssimos anos. Quatro, cinco, seis anos e a gente acaba olhando esses tipos de cara e achando que vai ser sempre assim com os nossas próprias ideias.

A síndrome do Pink e o Cérebro é exatamente isso: tentar construir um negócio megalomaníaco desde o primeiro dia do projeto. Ótimo… sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Excelente…só que executar grande e executar pequeno é muito diferente, são coisas completamente diferentes. Executar grande, principalmente para nós que estamos começando e etc é muito difícil. Tem que se fragmentar e fazer tudo de maneira pequenininha, passo após passo. sabe aquele negocio de passos de criança engatinhando? é exatamente isso. E a síndrome do Pink e Cérebro não é restrita aos Estados Unidos, ao Brasil. Todo mundo, todo mundo ao redor do mundo algum momento da vida vai ser acometido pela síndrome do Pink e o cérebro. E a gente precisa evitar esse tipo de abordagem.

A Better Place que eu comentei agora no comecinho do vídeo com vocês, é que foi fundada por um cara chamado Shai Agassi, ela sofreu disso. O Shai Agassi acabou trazendo essa questão, dominado pela pela síndrome do Pink e Cérebro quando ele fundou a Better Place. A Better Place tinha o objetivo de construir ou fabricar baterias elétricas para veículos elétricos. ela não fabricava veículos como a Tesla nos Estados Unidos faz, ela só queria fazer as baterias. E a proposta era fazer parcerias com as grandes montadoras, ou pelo menos com as principais montadoras do mundo, que fabricariam carros, que já estariam prontos para receber a bateria da Better Place.

Excelente, no plano é ótimo. E aí como eles sabiam que carregar uma bateria, as vezes a gente tá no celular e o jeito que irrita esperar uma hora, uma hora e meia para carregar, você imagina o que é esperar horas pra um carro tá pronto para gente dirigir. Ele ainda propôs a espalhar de diversas estações Better Place em que você não só carregaria, ou melhor, você não carregaria ou recarregar a bateria do seu carro, você simplesmente trocaria. Então era um aparato tecnológico gigantesco que vinha por baixo, tirava a bateria usada e colocava uma nova. em menos de 5 minutos você tava de volta na estrada, de volta na cidade dirigindo. excelente… mas o que que aconteceu ? Ele tentou dominar o mundo muito rápido. Ele queria fazer isso em vários lugares ao mesmo tempo.

Ele começou em Israel, que foi a pista de teste dele lá no começo apesar de ser uma empresa que foi fundada nos Estados Unidos. Ele tentou fazer isso Israel, espalhou um monte de postos, só que o negócio não foi para frente, a Better Place deu errado e levou com ela 850 Milhões de Dólares de investidores . É muito dinheiro, e realmente isso aconteceu, isso foi para o saco. Cara, tem um monte de questões tecnológicos… o Shai Agassi era mesmo megalomaníaco pelas coisas que a gente encontra na internet, comentários e críticas que que chovem. Até hoje existem muitas coisas a relação a isso. Ele é um cara legal, mais além disso. E assim a despeito das questões tecnológicas envolvidas nas baterias elétricas e imagina, se hoje até a Tesla sente algumas dificuldades para botar os carros em volume no mercado, imagina a mais de 10 anos atrás, que foi quando a Better Place foi fundada. Então, tirando isso, ele tentou abraçar muita coisa ao mesmo tempo.

Então, evitar a síndrome do Pink e o cérebro é fundamental se você quer tirar o seu projeto do papel e transformar isso em realidade. Pense grande, pense muito grande, mas não se esqueça que executar pequeno é a chave do negócio. Transformar o projeto grandão em pequenos pontos power executáveis. Não adianta achar que a gente vai conseguir abraçar o mundo porque isso não acontece.

E o segundo ponto que eu trago desse vídeo para você é aquela história de contar com o ovo no c* da galinha. Nossa Dante que pesado isso! É pesado mas é a realidade. É isso que realmente acontece num monte de casos espalhados por aí. Eu só peguei o da Better Place porque realmente é muito emblemático, mas existem milhões de outros casos, pelo menos uma centena que eu conseguiria listar de cabeça que aconteceu, esse negócio de contar com o ovo no c* da galinha.

O que isso significa ? Na verdade são dois subpontos dentro dessa categoria. Primeiro: O Chai Agassi era uma celebridade na década de 2000. Porque que ele era uma celebridade? Porque ele era engenheiro lá, formado em Israel, então já era já era aquela questão do Israel e que lá conseguiu conquistar no mundo aí, os benefícios eles trazem para a humanidade até hoje. Mas o cara, ele era um empreendedor serial junto do pai dele, eles abriram e Venderam várias empresas de tecnologia de mídia e etc. Então ele era super referenciado por isso, além disso ele chegou ao alto escalão SAP, aquela empresa de tecnologia alemã. Inacreditável! alto calão, empreendedor, serial… tudo ao mesmo tempo, realmente são coisas muito raras. E lá na década de 2000 ele ainda foi considerado um dos influenciadores de tecnologia, um dos maiores influenciadores de tecnologia. Ele tava na lista dos 100 caras que tavam ali bombando naquela época.

Então, tudo isso, todo esse histórico dele acabou influenciando ele acreditar que a Better Place seria um projeto infalível. E como eu já disse a Better Place morreu e queimou 850 milhões de dólares. Nem o passado de sucesso desse cara fez com que o projeto desce certo. Então essa é primeira subcategoria do contar com o ovo dentro da galinha. Cara, é super massa ter empreendido um ou mais negócios e essas coisas terem dado certo, mas não podemos assumir nunca que é garantido, que o sucesso vai ser sempre uma máxima na nossa vida empreendedora. Pode ser que dê errado e pode ser realmente que a gente perca dinheiro. Mas não é esse o grande lance por trás do empreendedorismo. A gente tem que ter sempre dúvida, mas dúvida saudável, uma dúvida gerenciada, que vai nos proporcionar ou vai nos impulsionar para ajeitar para as mais importantes para validar. Sabe aquela história de preciso testar para ver se vai funcionar mas eu preciso testar um pedacinho e não projeto inteiro que eu acabei de falar? É exatamente isso! O cara empreendedor serial, chegou a ser alto executivo da SAP e mesmo assim o projeto não foi para frente.

E o outro grande ponto para encerrar esse vídeo com vocês sobre a Better Place, sobre o Shai Agassi, sobre o Pink e o Cérebro e ovo no c* da galinha é que… pra que o projeto desse certo, ele precisava que as montadoras não adaptassem os carros para a bateria da Better Place, mas precisava que as montadoras construíssem carros ao redor da Better Place, da bateria da Better Place. E O que que você acha que aconteceu ? Já dei o spoiler no próprio vídeo… deu tudo errado, porque ele não conseguiu encaixar. n consegui encaixar Na verdade uma única montadora e essa única montadora não construiu um carro específico para bateria da better Place. O que ela fez foi única e exclusivamente, adaptar o carro, era um Renault Fluence. E adaptar de uma maneira realmente bastante questionável. não era nada super extraordinário, era até meio feio visualmente falando. Ele simplesmente não conseguiu fazer as parcerias.

E aí você imagina… ele quase parafraseou o Ford. O Ford lá atrás disse que o carro pode ser de qualquer cor, desde que seja preto. O Shai Agassi fez a mesma coisa, ele foi dominado aí ou contou com ovo no c* da galinha. Você pode ter um carro elétrico que você desejar, desde que seja o Renault Fluence com a bateria Better Place. Ele contou que as montadoras viriam aos baldes para ajudá-lo nessa campanha, para colocar na frente e no final das contas acabou não dando certo. então é exatamente isso a respeito disso que eu queria compartilhar com vocês nessa experiência que a gente tirou, que eu tirei da trajetória do Shai Agassi e da Better Place.

Cara, a síndrome do Pink e Cérebro, toma cuidado com isso. É legal pensar grande, mas executar pequeno é ainda mais relevante. Prometer demais e entregar de menos é uma maneira muito triste, muito triste da gente queimar o nosso filme, da gente queimar o nosso negócio, e não chega a lugar nenhum. E o outro, o ovo no c* da galinha … cara, legal que a gente tenha um passado de sucesso, esteja tendo sucesso agora, mas isso não nos garante nada. a gente tem que continuar trabalhando duro, cada vez mais duro, validando etapa por etapa para chegar diante na jornada. e a mesma coisa em relação a contar que os parceiros vão sempre está ao nosso lado. Cara, muitas vezes isso não vai acontecer a gente precisa galgar nossos passos devagarzinho.

Espero que esses dois cuidados façam sentido para vocês. Não deixem de comentar, dá um like se você gostou que a gente tá aqui para atender e para responder cada um dos comentários de vocês. Mais uma vez muito obrigado por estar aqui no canal do Validation Rocket. Não esquece de se inscrever, ative as notificações e eu vejo você no próximo vídeo. Um grande abraço e bons negócios!

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